domingo, 11 de setembro de 2011


Máquinas Humanas

Paulo Sérgio
Chega um dia em que a gente
Vai aos poucos percebendo
Somos máquinas humanas
Estamos sempre correndo

O motor logicamante
É o nosso coração
A estrada é o tempo
O passado é contramão
Vivo estacionado
Na garagem, solidão
Meu motor é tão sensível
Não funciona sem você
Seu amor meu combustível
Venha me abastecer
São seus olhos que clareiam
Minha estrada no escuro
Se você demora eu juro:
Nessa estrada eu vou me perder
Por favor, venha me socorrer.

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