sábado, 31 de outubro de 2009 1 comentários


Sou fada, sou bruxa!

(Sirlei L. Passolongo)

Fonte: http://www.poemas-de-amor.net/

Sou fada, sou bruxa.
Sou mulher,
Sou flor
Um lado bruxa
Um lado fada

O meu lado bruxa
Enfeitiça
Meu lado mulher
Atiça
Meu lado fada
Te conquista

No amor sou fada
Sou mulher
Mas sou bruxa
Que lhe encanta
Sou flor que nunca murcha
Sou mulher
Que simplesmente ama
Um lado fada, um lado bruxa.

Se estou triste
O meu lado fada
Acalma meu coração
Se apaixonada
O meu lado bruxa
Usa o feitiço da sedução
Mas sou simplesmente mulher
Magia, amor e dedicação.

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Queridas crianças,
para cantar neste dia das bruxas esta música bem legal do Trem da Alegria.


Bruxinha
Trem da Alegria

Ô bruxinha bonitinha
da vassoura de capim
Me carrega pro espaço
Abra os braços só pra mim...

Ô bruxinha bonitinha
da vassoura de capim
Me carrega pro espaço
Abra os braços só pra mim...

Quem disse que as bruxas são feias?
Alcéias, Meméias e tal
Não sabem que nas luas cheias
Elas mudam o seu visual

E vestem camisas e meias
Que acham lá no meu varal
Depois dançam que nem sereias
Fazem festa, alegria geral...

Ô bruxinha bonitinha
da vassoura de capim
Me carrega pro espaço
Abra os braços só pra mim...

Ô bruxinha bonitinha
da vassoura de capim
Me carrega pro espaço
Abra os braços só pra mim...

Nós dois lá em cima sozinhos
Varrendo as estrelas do céu
Cá embaixo nossos amiguinhos
Fazendo o maior escarcéu

Os pássaros deixam seus ninhos
Abelhas dão tempo no mel
E assim cantam todos os bichinhos
Viva a bruxa de capa e chapéu!!!

Ô bruxinha bonitinha
da vassoura de capim
Me carrega pro espaço
Abra os braços só pra mim...

Ô bruxinha bonitinha
da vassoura de capim
Me carrega pro espaço
Abra os braços só pra mim...

domingo, 25 de outubro de 2009 1 comentários


Recordo hoje o cantor Gilliard, os anos 80... a minha adolescência, o meu romântismo e a musica "Aquela Nuvem"


Gilliard Cordeiro Marinho (Natal, 17 de dezembro de 1956), mais conhecido como Gilliard, é um cantor e compositor brasileiro.
Fez muito sucesso nos anos 80 com canções como "Aquela Nuvem" e "Festa dos Insetos" e "Pouco a Pouco". Era presença constante nos programas de Bolinha, Silvio Santos, Chacrinha e Flávio Cavalcanti. Em 1982, o cantor atingiu a incrível marca de 1 milhão de cópias vendidas.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/




Aquela Nuvem

Gilliardi

Estilo: Romântico


Aquela nuvem que passa
Lá em cima sou eu
Aquele barco que vai
Mar afora sou eu

Aquela folha que vaga
Pelas ruas sou eu
Buscando você...

Como eu queria ser
Esse sol que lhe queima
Essa roupa que cobre
O teu corpo

O vento que te possui
E essa água que banha
Você

Só assim eu poderia
Me aproximar de você
Sem precisar confessar
O que eu tento esconder

Que sofro e não é direito
E venho fazendo tudo
Pra ninguém saber


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(....)

Mário quintana

'Minha vida não foi um romance...
Nunca tive até hoje um segredo.
Se me amar, não digas, que morro
De surpresa... de encanto... de medo...

Minha vida não foi um romance
Minha vida passou por passar
Se não amas, não finjas, que vivo
Esperando um amor para amar.

Minha vida não foi um romance...
Pobre vida... passou sem enredo...
Glória a ti que me enches de vida
De surpresa, de encanto, de medo!

Minha vida não foi um romance...
Ai de mim... Já se ia acabar!
Pobre vida que toda depende
De um sorriso.. de um gesto.. um olhar...


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Festa Dos Insetos

Gilliard


Refrão
Torce, retorce, procuro mas não vejo,
Não sei se era pulga ou se era o percevejo.
Torce, retorce, procuro mas não vejo,
Não sei se era pulga ou se era o percevejo.

A Pulga e o Percevejo fizeram combinação
Fizeram uma serenata debaixo do meu colchão
A Pulga toca banjo, o Percevejo violão;
E o danado do Piolho também toca rabecão.

Repete refrão

A Pulga e o Percevejo fizeram combinação
Fizeram uma serenata debaixo do meu colchão
A Pulga mora em cima, o Percevejo mora ao lado.
O danado do Piolho, também tem o seu sobrado.

Repete refrão

A Pulga e o Percevejo fizeram combinação
Fizeram uma serenata debaixo do meu colchão
Lá vem dona Pulga, vestidinha de balão,
Dando o braço ao Piolho, na entrada do salão.

Repete refrão

segunda-feira, 12 de outubro de 2009 0 comentários


Antecipando minha homenagem aos professores quero homenagear também aqueles que foram meus professores, em especial a minha alfabetizadora professora Carmem e meu professor de inglês Mr. Melo que hoje se encontam em outro plano espiritual, mas com a certeza de que cumpriram aqui sua missão de educadores.


Amiga Professora (carrossel)

Foi você que ensinou o que hoje sei
Me mostrou o caminho e como fazer para ser feliz
Tudo fica tão bom, doce como mel
Faz a escola até parecer um pedacinho do céu

Toda vez que eu precisei você me deu a mão
Sempre abrindo seu coração, por isso eu amo você

Professora, por que é que tem que ser assim?
Num ano me ensina tudo e no outro ano te afastam de mim
Professora, que corrige os erros meus
Me ensina a dizer te amo
Mas não me ensine o que é adeus.


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O Professor

Esta digna profissão
Reconhecidamente nobre,
Faz o mundo Prosperar
Mas se o professor falhar
O mundo será mais pobre.
O professor é a base
Que constrói uma nação,
Transmite conhecimento
Vem dele o fundamento
Que forma o cidadão.

As Escolas estão perdendo
Professor preparado,
Com muita dedicação,
Que muda de profissão
Por ser mal remunerado.

Há caso em que o professor
Na Escola é agredido,
Passa até humilhação,
Por amor à profissão
No trabalho é coagido.

Chega a ser desumano
Infelizmente acontece,
Professor com depressão
Perde a concentração
Na profissão que exerce.

Sublime é o dom
Desta nobre missão,
De imenso valor
Mas para ser professor
Precisa ter vocação.

O que seria de nós
Se não fosse o professor,
Parava a educação
Não havia formação
E muito menos doutor.

Não estou vendendo ilusão
Apenas sou realista,
Reconheço seu valor
É graças ao professor
Que temos o cientista.

Um professor satisfeito
Trabalha com prazer,
Porque não vive estressado
E se sente compensado
Em ver o aluno aprender.

Nada é mais gratificante
Para um educador,
Que encontra um cidadão
Com uma boa formação
Abraçar seu professor.

Ele é o precursor
Do futuro da nação,
Faz o aluno aprender
Pois a chave do saber
Ele tem em suas mãos.

Quase sempre por amor
Abraça o magistério,
Continua estudando
Da vida nos ensinando
A desvendar os mistérios.

Vejo este profissional
Com grande admiração,
No labor do exercício
Me faz crer que o sacrifício
Deste herói não foi em vão.


de Edisio Araújo
Planaltina - DF -

Fonte: http://www.mundojovem.pucrs.br/poema



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HOMENAGEM



A criança é por natureza um ser do encantamento, um ser que experimenta a leveza, e que não retém a dor.

A todas as crianças a minha homenagem no seu dia!

.


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Quem lembra da novela mexicana Carrossel transmitida pelo SBT???
Assistindo a novela eu me encantava com as crianças e belas músicas. Vontade de voltar a infância.

Recordo hoje em homenagem aos pequeninos a música Hino a Criança.


Hino A Criança
Compositor(es): Grupo Papillon

Como é bom ser criança,
Ficar na barriga
E depois nascer

Como é bom ser criança
Conhecer o mundo
E poder viver

Que pena, a gente tem que crescer
Oooh...
Criança sempre eu quero ser

Pra ficar brincando,
Pra ficar sonhando
E voar

La no azul do céu
Eu quero ser
Uma estrela pequenina a brilhar
Pra te iluminar

Ah, se eu pudesse ter
A magica
Eu fazia todo mundo mais feliz...
Muito mais feliz !

Aha, aha, aha, aha, aha
Aha, aha, aha, aha, aha



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Meus brinquedos



De repente
Ao lembrar dos brinquedos queridos
Que ficaram esquecidos
Dentro do armário
Me bate uma saudade
Me bate uma vontade
De voltar no tempo
De voltar ao passado
Mas nada acontece
Nada parece acontecer
E eu choro
Choro como o bebê que fui
E a criança que quero voltar a ser
Não quero crescer!

Clarice Pacheco


domingo, 4 de outubro de 2009 0 comentários

Homenagem

Não poderia deixar de homenagear nesta semana a minha cidade, RIO PARDO.
"Minha cidade" porque a adotei como minha terra desde os meus 6 anos de idade.

Dia 7 de outubro comemoramos seus 200 anos. E a melhor forma de homenageá-la é mostrando o hino e algumas fotos desta cidade histórica, de origem açoriana. Com tantas histórias...Da qual tenho muito orgulho.




Hino de Rio Pardo



O Hino foi oficializado em 15 de setembro de 1980, pela Lei nº 21, assinada pelo Prefeito Fernando Wunderlich.
A música foi composta por Alfredo Raul Silveira, dono de grande sensibilidade artística.
A letra é da professora Marina de Quadros Rezende que compôs a pedido de Raul Silveira.


Tu surgiste, cidade gloriosa,
Da caserna do bravo Dragão
Que, formando a heróica Tranqueira,
Evitou de Castela a invasão.

Coro: Ó Rio Pardo de heróis legendários,
Berço altivo de um povo viril.
Guardiã das fronteiras outrora,
És relíquia do nosso Brasil.

No passado, ponteando o Rio Grande,
Foste forte, soberba, brilhante.
Teu presente de paz e trabalho,
No porvir, te fará triunfante.

Pelo livro, o gado, a charrua,
Tu trocaste a espada e o fuzil.
E agora defendes briosa
Um progresso maior do Brasil.

Prédio da Antiga Prefeitura

Solar dos Panatiere
Solar do Almirante Alexandrino, hoje Museu Histórico


Clube Literário

Prédio do Antigo Forum



O Forte Jesus Maria José



A Rua da Ladeira, primeira rua calçada no Rio grande do Sul




Antiga Estação Ferroviária
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Sou de natureza romântica e saudosa dos bons e velhos tempos, por isso vivo a recordar...
mas hoje senti saudades da menina de tranças ... que eu fui
romântica e apaixonada por tudo: pela vida... pela natureza ...pelos sonhos...pelo céu...
E essas pessoas sempre acreditam nos poetas... é por isso que aqui no meu blog tenho o espaço "Poeira da saudade".
Por isso hoje escolhi a música do Roberto Carlos:
A Menina e o Poeta





A Menina E O Poeta

Roberto Carlos

Virgem, menina morena,
Nos cabelos uma trança
No rosto um jeito criança
Na voz um canto mulher
Virgem, menina morena,
Nos olhos toda a primavera
No corpo uma longa espera
Coração banhado em fé

A tarde corre pra noite
A lua desperta sorrindo
A menina na janela
Botão em flor se abrindo

Nasceu o primeiro desejo
Conhecer o primeiro amor
Na história de um poeta
A menina acreditou

Na história de um poeta
A menina acreditou

Mas o poeta foi um dia
E até hoje não voltou
Ninguém sabe o caminho
Que o poeta levou

O vento que foi com ele
Um dia por lá voltou
Mas só que voltou sozinho
E a menina chorou

Na história do poeta
A menina acreditou
E dos olhos da menina
Uma lágrima rolou

E dos olhos da menina
Uma lágrima rolou

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Canção a caminho do céu

Foram montanhas? foram mares?
foram os números...? - não sei.
Por muitas coisas singulares,
não te encontrei.

E te esperava, e te chamava,
e entre os caminhos me perdi.
Foi nuvem negra? maré brava?
E era por ti!

As mãos que trago, as mãos são estas.
Elas sozinhas te dirão
se vem de mortes ou de festas
meu coração.

Tal como sou, não te convido
a ires para onde eu for.

Tudo que tenho é haver sofrido
pelo meu sonho, alto e perdido,
- e o encantamento arrependido
do meu amor.

Cecília Meireles

 
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