sábado, 26 de julho de 2008

QUADRINHAS( Lembranças das avós)


Ainda em homenagem as vovós, especialmente as minhas vovós: Carmelinda e Virgínia e minha mãe que é também vovó e bisavó vou recordar algumas quadrinhas do tempo delas.

(aqui folclore e cultura)
Todo mundo se admira
De o macaco andar em pé
O macaco já foi gente
Pode andar como quiser
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(aqui a religiosidade presente)

Nossa senhora lavava
São José estendia
E o menino chorava
Do frio que fazia
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(essa não entendi, mas acho que se refere a planta medicinal chamada “Cabelo de São José”)

Fui ao mato cortar lenha
Cortei o dedo do pé
Amarrei com fita verde
Cabelo de São José
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(simpatia para tirar algo que caiu nos olhos)

Corre corre cavaleiro
Vá chamar santa Luzia
Pra tirar esse argueiro
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(nada romântico esse namorado)

Estava no portão
Comendo rapadura
Passou meu namorado
Me chamou de cara dura

(precisei ignorar os erros de gramática para não perder a rima)
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(essa está melhor, bastante declamada nas brincadeiras infantis daquela época)
Estava no portão
estudando minha lição
passou meu namorado
me chamou de coração
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(Essas do alecrim tiveram outras variações que não vou colocar aqui)

Alecrim da beira d’agua
Cada galho forma um S
A tolice dessas moças
Namorar quem não conhece

Alecrim da beira dágua
Não se corta com machado
Se corta com o canivete
Do bolso do namorado
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Quando fores embora
Me escreve lá do caminho
Se não tiveres papel
Nas asas de um passarinho

Nas asas de um passarinho
Eu não posso te escrever
O passarinho abre as asas
Todo mundo pode ler
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